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Portugal conquista 5 medalhas de excelência no WorldSkills 2017

No passado mês de outubro fechou-se mais um ciclo do Campeonato das Profissões. Este evento tem lugar de dois em dois anos e é o maior evento em educação e formação profissional do mundo que reflete realmente a indústria global.

Para a equipa de participantes portugueses, este percurso teve início em 2015 e envolveu mais de 150 entidades formadoras e 1.500 jovens estudantes, que estiveram presentes em diversas etapas de preparação para o Campeonato Nacional de Profissões em Coimbra 2016. Esta forte preparação levou a que 17 jovens estudantes altamente qualificados representassem Portugal no WorldSkills, realizado este ano em Abu Dhabi.

Os competidores portugueses conquistaram várias medalhas de excelência, corroborando o elevado nível de desempenho demonstrado no decorrer deste percurso:

    • Admário Ferreira, na profissão de Tecnologia Automóvel, pelo CEPRA, que para além da excelência, conquistou o título de “Best of the Nation”, por ter sido o melhor concorrente português classificado. Para além da medalha de ouro obtida no Campeonato Nacional das Profissões em Coimbra 2016, subiu ao pódio no Campeonato Europeu – EuroSkills, em Gotemburgo 2016 para receber a medalha de prata;
    • Fábio OliveiraPedro Sardinha, na profissão de Mecatrónica, pelo CENFIM, obtiveram a medalha ouro no Campeonato Nacional e conquistaram a medalha de excelência EuroSkills em Gotemburgo 2016;
    • José Pereira, na profissão de Controlo Industrial, pelo CENFIM, ganhou igualmente a medalha de ouro no Campeonato Nacional e obteve a medalha de prata, bem como o título de “Best of the Nation” no EuroSkills 2016;
    • Renato Carvalho, na profissão de CAD, pelo CENFIM, conquistou uma medalha de ouro no Campeonato Nacional e uma medalha de bronze no EuroSkills 2016.

Foram ainda atribuídos certificados de mérito a outros participantes, nomeadamente ao Alexandre Ferreira, da área de Cozinha, da Escola Hotelaria e Turismo do Douro; ao António Moreira, da área de Cantaria, da empresa Gárgula Gótica, uma das patrocinadoras deste evento e ao Manuel Gonçalves, da área de Marcenaria, do Centro de Emprego e Formação Profissional de Braga.

Estas competições são dirigidas a jovens com idades compreendidas entre os 17 e os 25 anos, em modalidades de educação e formação profissional, e visam demonstrar as competências individuais dos competidores, nomeadamente o rigor, o domínio de técnicas e de ferramentas adequadas ao exercício de cada profissão a concurso, através da realização de provas práticas de desempenho.

Os vencedores do campeonato nacional candidatam-se a participar nos Campeonatos Europeu e Mundial das Profissões, organizados, respetivamente, pela WorldSkills Europe e pela WorldSkills International.

Um dos principais objectivos deste evento consiste em divulgar a importância da educação e formação profissional, como uma das ferramentas necessárias para a transformação socioeconómica.

A competição providencia ainda uma oportunidade para partilhar informações, e para demonstrar as melhores práticas em matéria de educação e formação profissional. Novas ideias e novos processos inspiram os jovens em idade escolar a dedicarem-se a carreiras técnicas e tecnológicas.

O evento destacou a importância das parcerias, tanto na organização da preparação do evento como em tornar as competências de EFP numa vertente central da economia e da sociedade portuguesa. Uma dessas parcerias foi formada entre o WorldSkills Portugal e o CENJOR, cujos representantes filmaram e realizaram entrevistas durante o evento. Recentemente, parte desse trabalho já se encontra disponível nos canais de media social da WorldSkills Portugal.

Como resultado de um percurso de sucesso na competição WorldSkills, o Presidente do IEFP, e o Vice-Presidente e Delegado Oficial da WorldSkills Portugal, advertiram para a necessidade de investir em eventos com esta dimensão, como forma de alcançar o patamar de excelência que se pretende com a formação profissional desenvolvida nos centros do IEFP.

Outras fontes:

Certificação de Entidades Formadoras

O Sistema de Certificação de Entidades Formadoras é regulado pela Portaria n.º 851/2010, de 6 de setembro alterada pela Portaria n.º 208/2013, de 26 de junho, a qual confere à Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT), serviço central do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, a responsabilidade pela certificação inserida na política de qualidade dos serviços das entidades formadoras. A melhoria da capacidade, qualidade e fiabilidade do serviço de formação prestado pelas entidades formadoras constitui o objetivo central do Sistema de Certificação. Este reconhecimento deve significar um fator distintivo no mercado e a garantia de um claro compromisso com uma oferta de maior qualidade para os clientes finais da formação.

O reconhecimento público de entidades formadoras surgiu em Portugal em 1997 com o Sistema de Acreditação, com o objetivo contribuir para a elevação da qualidade e adequação das intervenções formativas, para a estruturação do sistema de formação profissional e para a profissionalização dos seus atores (Portaria n.º 782/97, de 29 de agosto).

Decorridos vinte anos, o Sistema de Certificação vive hoje uma fase de consolidação e melhoria da eficácia no cumprimento dos seus objetivos, com o necessário alinhamento com as atuais políticas de educação e formação.

O que é a certificação?

A certificação de entidades formadoras é um reconhecimento global da sua capacidade de desenvolvimento das diferentes fases do ciclo formativo, concedido por áreas de educação e formação nas quais esta atua. A validação desta atuação especializada exige a avaliação das condições detidas pela entidade formadora, em termos de práticas e de recursos, face a um referencial de qualidade específico para a formação profissional, e uma apreciação técnica mais específica de dimensões como a adequação dos objectivos e conteúdos de formação, as competências técnicas dos formadores e os requisitos técnicos mínimos das instalações e equipamentos, em função das áreas de formação prosseguidas.

Quem pode obter a certificação?

A certificação de entidade formadora pode ser concedida a qualquer entidade pública ou privada, regularmente constituída, que seja detentora da estrutura e prossiga práticas formativas em conformidade com os requisitos de certificação.

Vantagens da certificação

  • Reconhecimento de qualidade no mercado
  • Formação certificada no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações
  • Acesso a programas de financiamento público, nacional ou comunitário, da formação profissional
  • Isenção de imposto sobre o valor acrescentado (IVA) nos produtos e serviços de formação
  • Dedução de despesas com formação profissional no imposto sobre o rendimento singular (IRS)

Divulgação da certificação

Este reconhecimento é comprovado por um certificado próprio e deve ser publicitado através do logótipo disponibilizado pela DGERT, atendendo às normas gráficas e de utilização aplicáveis.

A DGERT assegura a divulgação das entidades certificadas, bem como das situações de revogação e caducidade da certificação.

Referencial de certificação

Os requisitos para a certificação da entidade formadora dividem-se em dois grupos:

Requisitos prévios

Constituem condições legais de base que permitem a entidade formadora requerer a certificação.

Requisitos de qualidade

Constituem condições de estruturação da entidade formadora que traduzem:

  • A estrutura e organização internas (recursos humanos, espaços e equipamentos)
  • Os processos no desenvolvimento da formação (Planificação, conceção, organização, desenvolvimento e avaliação de formação)
  • A análise de resultados e a melhoria contínua (acompanhamento pós-formação, avaliação anual de resultados, medidas de melhoria contínua)

Processo de certificação

O processo de certificação está organizado em dois momentos principais, nos quais intervêm a entidade formadora e a DGERT.

Certificação inicial

A entidade formadora que pretenda a certificação deve, em primeiro lugar, definir o seu projeto formativo, designadamente ao nível das áreas de educação e formação nas quais detenha uma atuação especializada e avaliar a sua estrutura e práticas face ao referencial de qualidade. Após este processo, a entidade apresenta um pedido à DGERT, por via eletrónica, o qual é submetido a uma avaliação técnica, documental ou suportada em auditoria, para validação das competências, meios e recursos demonstrados pela entidade para o desenvolvimento de formação nas áreas requeridas e da conformidade com os requisitos de certificação aplicáveis. Com a certificação válida, é possível a entidade solicitar o alargamento desse reconhecimento a outras áreas de educação e formação, sempre que desenvolva nova oferta formativa e desde que detenha as competências e recursos adequados.

A transmissão da certificação a outra entidade é igualmente possível, desde que se mantenham a estrutura e organização internas que fundamentaram o reconhecimento atribuído.

Manutenção da certificação

Uma vez certificada, a entidade deve assegurar, a todo o tempo, as condições que sustentaram a atribuição da certificação, bem como o cumprimento dos deveres associados a este reconhecimento. A manutenção da certificação é avaliada pela DGERT através de auditorias à entidade formadora certificada, tendo por base indicadores de desempenho e de resultados da sua atividade formativa.

A Certificação em números

Pedidos submetidos 3629
Entidades certificadas 2404
Certificações revogadas 28
Auditorias realizadas 104

(referência 31-10-17)

Em Rodapé


Contactos

Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho

Direção de Serviços de Qualidade e Acreditação

Praça de Londres, nº 2 – 6º piso

1049-056  Lisboa

Telf. 215953521/26

Emailcertifica@dgert.mtsss.pt

Website da Certificação: http://certifica.dgert.gov.pt

Website da DGERT: http://www.dgert.gov.pt/

Iniciativa “Qualifica IT”

A segunda edição do curso de Programação de Computadores para Reconversão de Licenciados, designado “Qualifica IT”, arrancou este ano, no edifício dos Congregados da Universidade do Minho (UMinho), com 75 formandos distribuídos por três turmas.Em relação ao primeiro ano, o número de candidatos a admissão diminuiu em 25, mas o grau de exigência e carga horária mantêm-se – 600 horas de formação em sala de aula e 385 horas em contexto de trabalho, numa das mais de 20 empresas parceiras onde os formandos farão o estágio final de formação.«Este curso é muito trabalhoso, há dias em que há 8 horas de formação por dia, mas pode-vos retirar o estatuto de desempregado», disseram alguns estudantes da Escola de Engenharia da UMinho, na sessão de apresentação, ontem, no campus de Gualtar daquela academia, diante de uma plateia constituída por cerca de centena e meia de licenciados desempregados.

Criado com o objetivo de formar e facilitar a entrada de candidatos altamente qualificados no mercado de trabalho, o “Qualifica IT” é um curso de formação especializado, financiado pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), que resulta de uma parceria entre a empresa municipal InvestBraga, a Universidade do Minho e o IEFP.

Na primeira edição, garantiu uma taxa de 65 % de empregabilidade, entre os participantes que terminaram a formação (85 em 100), o que levou os promotores a dizerem que este curso foi um «sucesso».

As candidaturas para a segunda edição podem ser feitas através da página web da Escola de Engenharia da UMinho e serão admitidos ao curso, licenciados, sobretudo nos domínios das ciências, tecnologias, engenharias e matemática.

Contudo, está reservada uma quota de cerca de 10 por cento para admissão de licenciados provenientes das áreas das ciências económicas, ciências sociais ou jurídicas. O curso assegura aos formandos um subsídio mensal a rondar os 400 euros.

O diretor do Instituto de Emprego e Formação Profissional de Braga salientou que este curso de formação é extremamente importante para requalificar licenciados desempregados, proporcionando uma oportunidade para que estes possam regressar ao mercado de trabalho.

Todavia, o director adverte que este curso: «Não é um passaporte para um emprego determinado, mas confere competências na vossa área para poderem ter emprego», salientou Carlos Meneses. Segundo o responsável, em Braga têm surgido muitos empregos na área das tecnologias ligadas à informática, nomeadamente desenvolvimento de software, mas verifica-se alguma dificuldade em dar respostas a todas as necessidades.

O diretor do Centro de Emprego de Braga assinalou que «Esta formação dá-nos uma oportunidade» e confessou ainda que gostaria que o “Qualifica” se alarga-se a outras áreas como a Sociologia, a Filosofia ou Serviço Social, mas, afirmando que não existe do lado do tecido empresarial abertura para absorver licenciados desempregados destes cursos.

Carlos Menezes enalteceu a abertura da UMinho ao meio empresarial e a sua preocupação em dar resposta ao mercado, mas também o seu sentido de responsabilidade social.

Outras fontes:

Investimento reforçado no EFP

 

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu, na abertura do 7.º Congresso da associação nacional de escolas profissionais (ANESPO) que Portugal deve fazer uma “aposta reforçada no ensino profissional”, uma vez que esta se traduz numa condição fundamental para a diminuição do abandono escolar.”Esgotado o impacto da ampliação da obrigatoriedade escolar, essencial para garantir a universalização do ensino secundário, o combate ao abandono fica dependente da expansão do ensino profissional. Sem uma aposta decisiva nesta modalidade, o país não cumprirá a meta europeia à qual se vinculou: diminuir para 10% a taxa de abandono escolar até 2020″, sustentou.

“O ensino profissional não pode ser visto como um ensino de segunda oportunidade, um ensino para os mais carenciados, um caminho a percorrer pelos alunos do insucesso escolar. Esta explicação está ultrapassada. A meu ver nunca teve razão de ser, corresponde a um preconceito social. E os jovens que o digam, e os professores que o digam, e a sociedade que o proclame permanentemente”. É assim preciso “eliminar o que resta de preconceito” em relação ao ensino profissional.

Marcelo Rebelo de Sousa referiu que, no ano passado, “Portugal registou uma taxa de abandono escolar de 14%, o que significa uma subida de três décimas relativamente a 2015”, e citou dados da evolução do peso do ensino profissional em: “2000/2001, 28%, em 2005/2006, 33,5%, em 2010/2011, 42,7% e em 2014/2015, 43,5%”.

“A presente década tem revelado, aliás, a estagnação do peso das vias profissionalizantes no sistema educativo, mostrando o adiamento do objetivo recomendado há largos anos pela, e assumido por vários governos: garantir que pelo menos 50% dos alunos do secundário frequentem estas vias”, lamentou.

O Presidente da República insistiu que “a elevação dos níveis de qualificação dos portugueses, garantindo a universalização do ensino secundário, não se fará sem uma aposta reforçada no ensino profissional”, e defendeu que “é preciso levar mais longe, de forma consistente, esta progressão”.

Segundo o chefe de Estado, é preciso “construir uma rede de oferta formativa de nível secundário atenta ao tecido empresarial”, e “não há que ter complexo” em relação a essa colaboração.

O Presidente da República apela, ao contrário do que tem sucedido, que se dê a devida importância à formação profissional ao sistema educativo português.

Nas últimas décadas Portugal tem apostado num modelo de ensino baseado na igualdade classista, reconduzindo tudo a uma matriz única, sacrificando a experiência das escolas industriais, das escolas comerciais, das escolas de formação agrícola, que eram uma riqueza no sistema educativo português.

Marcelo Rebelo de Sousa assevera assim que é urgente que se perca esta visão simplista, de que todos têm de ser iguais, todos têm de percorrer o mesmo caminho e que todos têm de ter a mesma formação.

Outras fontes:

 

Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTSP)

Os Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTSP) são uma formação de curta duração do ensino superior (Portaria n.º 782/2009, de 23 de julho). Estes cursos são a base para o desenvolvimento de uma área de atividade profissional ou vocacional, para o desenvolvimento pessoal ou para o prosseguimento de estudos a nível superior.

Estes cursos têm ainda a vantagem de possibilitar uma integração imediata num contexto de trabalho, o que se traduz num potebcial aumento de empregabilidade. O ciclo de estudos é ministrado no ensino politécnico e contempla 120 créditos. Com uma duração de quatro semestres curriculares, estes cursos são constituídos por um conjunto de unidades curriculares organizadas em componentes de formação geral e científica, formação técnica e formação em contexto de trabalho, que se concretiza através de um estágio.

A lista destes cursos poderá ser consultada no site da DGES e atualmente é composta por 662 cursos em 120 instituições de ensino superior.

Cada instituição de ensino superior confere o diploma de técnico superior profissional nas áreas de formação por si definidas, tendo em consideração as necessidades de formação profissional, designadamente na região em que se encontra inserida. Deste modo, estes cursos são caracterizados por terem uma forte presença local, pois permitem interagir com as empresas e com as associações empresariais indo de encontro com as suas necessidades.

O regime jurídico dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais [1] confere o diploma de técnico superior profissional após a sua conclusão com aproveitamento, ainda que não contemple um grau académico.

Todavia, o jovem que frequente um destes cursos poderá posteriormente candidatar-se a um curso superior (licenciatura ou mestrado integrado) e assim concluir o seu ciclo de estudos. Ao candidatar-se ao ensino superior público com um diploma de técnico superior profissional terá acesso a um concurso próprio, bem como a vagas especiais divulgadas todos os anos pela respetiva instituição de ensino superior.

Ao candidatar-se posteriormente a uma licenciatura ou mestrado integrado na mesma área o candidato poderá solicitar as devidas equivalências junto da instituição de ensino superior, não podendo o conjunto dos créditos atribuídos exceder dois terços do total dos créditos do ciclo de estudos.

Apenas pode candidatar-se ao curso de técnico superior profissional os estudantes que sejam : titulares de um curso de ensino secundário ou de habilitação legalmente equivalente; titulares das provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do ensino superior dos maiores de 23 anos, realizadas, para o curso em causa, nos termos do Decreto-Lei n.º 64/2006, de 21 de março; titulares de um diploma de especialização tecnológica, de um diploma de técnico superior profissional ou de um grau de ensino superior, que pretendam a sua requalificação profissional.

O acesso e o ingresso nos cursos técnicos superiores profissionais realizam-se através de um concurso anual, organizado pela Instituição de ensino superior (IES) e pode ser requerido no ensino superior público ou privado, com exceção do ensino superior público militar ou policial.

As IES fixam as regras de candidatura, através de um diploma próprio, aos concursos para acesso e ingresso aos cursos técnicos superiores, tendo cada instituição competência para preparar e desenvolver as ações relativas ao acesso e ingresso nos seus cursos, nos termos fixados pela legislação, estabelecendo, nomeadamente os respetivos critérios de seriação e desempate.

As candidaturas para o Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior são realizadas online, no site da Direção Geral de Ensino Superior (DGES).

De modo a permitir que todos os estudantes possam ter acesso à formação, à educação e ao ensino são disponibilizados vários apoios, nomeadamente bolsas de estudo.

Outras fontes:

 

[1] Está previsto. no Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de março, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 63/2016, de 13 de setembro

Concurso de fotografia Cedefop 2017

O #CedefopPhotoAward é um concurso organizado pelo Cedefop – Centro Europeu para o Desenvolvimento da Formação Profissional. Este evento pretende promover a excelência no domínio do ensino e formação profissional dentro e fora da UE, inclusive no contexto da Semana Europeia da Formação Profissional promovida pela Comissão Europeia.

As equipas participantes deverão ser compostas por um número máximo de três alunos (não são aceites candidaturas individuais). Cada equipa deve apresentar uma reportagem fotográfica de três a cinco fotos acompanhadas de um texto até 100 palavras. Vejam mais pormenores sobre o evento na sua brochura e divulguem-na por todos os vossos contactos.

O concurso destina-se exclusivamente a alunos do sistema de ensino e formação profissional (inicial ou contínua), Leiam atentamente o regulamento e o formulário de aplicação.

Atenção à data limite: 15 de julho, até às 23h59 (hora central Europeia).

Para mais informações e esclarecimentos acedam à página dedicada ao evento pelo Cedefop ou contactem o email: CedefopPhotoAward@cedefop.europa.eu

PARTICIPEM TODOS e tragam MAIS UMA VITÓRIA para Portugal! 

Sistema Nacional de Qualificações

O Sistema Nacional de Qualificações (SNQ) foi criado pelo Decreto-Lei n.º 396/2007, de 31 de dezembro, que estabeleceu o regime jurídico e definiu as estruturas que regulam o seu funcionamento:

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Oferta de ensino e formação profissional

Aqui pode consultar a oferta formativa mais revelante no EFP, em Portugal, apresentada em detalhe e com ligação à legislação mais importante.

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